Faculdades EST - Congresso de Gênero 

Ambiente EaD

Preencha os campos abaixo para efetuar o login


Dúvidas no acesso?

Verifique abaixo o e-mail de suporte da área desejada e entre em contato:

Portal Educacional: ti@est.edu.br

Webmail: informatica@est.edu.br

Catálogo da Biblioteca: biblioteca@est.edu.br

Ambiente Virtual: ead@est.edu.br





IV Congresso Latino-Americano de Gênero e Religião

Grupos de trabalho

1) GT Percepções sobre gênero, saúde, sexualidade e (anti)concepção

Coordenação: Lori Altmann (Universidade Federal de Pelotas), Myrian Aldana (Universidade Comunitária Regional de Chapecó), Miriam Steffen Vieira (Universidade do Vale do Sinos), Haidi Jarschel (Universidade Estadual de Campinas)

Descrição: O GT pretende compartilhar pesquisas e ações relacionadas às percepções simbólicas sobre corpo, saúde e doença no âmbito do trabalho, da sexualidade e da reprodução. Busca identificar a maneira pela qual a saúde, os direitos sexuais e reprodutivos relacionam-se num contexto de direitos individuais e coletivos. Perceber a maneira como o elemento sagrado, presente nas experiências de reprodução e de vivência da sexualidade, contribui para a manutenção de relações desiguais ou pode potencializar novas relações em vista da construção de justiça de gênero. Levando em consideração as violências de gênero presentes nos contextos de trabalho e de exercício profissional de mulheres indígenas, quilombolas, rurais e urbanas, pretende perceber como elas podem estar afetando sua qualidade de vida. Estas violências muitas vezes estão relacionadas a más condições no exercício de seu fazer cotidiano, produzindo sequelas, temporárias ou permanentes (contaminação por agrotóxico, tendinites, problemas de coluna, depressão etc.) e podem estar refletindo a dinâmica de relações sociais e estruturais de poder vigentes no plano nacional e internacional.

 

2) GT Raça e etnia na transversalidade com a luta histórica das mulheres por direitos

Coordenação: Selenir Corrêa Gonçalves Kronbauer (Faculdades EST), Eunice Maria Nazarethe  Nonato (Universidade do Vale do Rio Doce), Georgina Helena Lima Nunes (Universidade Federal de Pelotas), Maria Juliana Moura Corrêa (Universidade Federal da Bahia)

Descrição: O GT tem como objetivo discutir e aprofundar temáticas que articulem a dimensão étnico-racial a outras categorias. Para tanto, busca-se um aporte teórico-conceitual e epistemológico que produza reflexões acerca das permanências e mudanças nas relações, muitas vezes, de violência em relação à mulher, bem como, também de protagonismo da mesma em relação a diferentes situações que, cotidianamente, enfrenta em seu contexto societário. Com ênfase na questão da saúde e direitos busca-se analisar diferentes concepções de saúde e, portanto, de doença e compreender de que forma homens e mulheres constituem relações de gênero imbricadas no âmbito de suas vivencias espaciais, culturais e geracionais em que, muitas vezes, a religião ou religiosidade, por exemplo, baliza as mesmas.

 

3) GT Relações de gênero no contexto indígena

Coordenação: Renate Gierus (Conselho de Missão entre Povos Indígenas), Cledes Markus (Conselho de Missão entre Povos Indígenas), Nienke Pruiksma (Conselho de Missão entre Povos Indígenas)

Descrição: As relações de gênero são construções étnico-culturais. Os diferentes povos indígenas têm concebido as mesmas de forma própria e contextualizada, a partir de e em suas cosmologias. Estas relações têm se modificado na interação com a sociedade em geral, a qual estabelece outras concepções e vivências de gênero. O GT pretende ser um espaço de reflexão das relações de gênero no contexto indígena e acolherá aportes teóricos, trabalhos, pesquisas e experiências sobre a temática.

 

4) GT Literatura sagrada, saúde e gênero

Coordenação: Ivoni Richter Reimer (Pontifícia Universidade Católica de Goiás), Carolina Bezerra de Souza (Pontifícia Universidade Católica de Goiás), Danilo Dourado Guerra (Pontifícia Universidade Católica de Goiás)

Descrição: Os textos sagrados contêm narrativas que refletem experiências de doença e cura vivenciadas por crianças, mulheres e homens, muitas geradas em contextos socioculturais de discriminação, exploração e exclusão. O processo terapêutico pode ser visto como um espaço contracultural de solidariedade e resistência e acontece em dinâmicas relacionais. Propomos reunir em comunicações orais e pôsteres e colocar em diálogo trabalhos de pesquisa que englobem a temática da saúde na literatura sagrada, utilizando a categoria de gênero e demais perspectivas interdisciplinares (cultura, história, literatura, hermenêutica) para entender interconexões e inter-relações dessas situações com os fenômenos religiosos, construção de identidades e as relações de poder refletidas nesses relatos.

 

5) GT Educação e militância para a garantia dos direitos das mulheres

Coordenação: Amanda Motta Castro (Faculdades EST), Rita de Cassia Machado (Universidade do Estado do Amazonas), Vanessa Gil (Universidade Federal do Rio Grande do Sul/Marcha Mundial de Mulheres)

Descrição: O GT busca resgatar os conhecimentos tramados a partir das margens tanto pelos movimentos sociais como pela academia que desafiando a sociedade patriarcal tem criado, recriado e apontado novos caminhos para a conquista e garantia dos direitos das mulheres. Considerando as estatísticas sobre a realidade das mulheres reforçamos ainda mais os estudos sobre mulheres, principalmente na América Latina, pois a sua vida não tem sido fácil, sobretudo para as mais pobres. Os dados em números realizados pelos organismos internacionais não são nada animadores e, na pesquisa diária, quem se debruça sobre a questão das mulheres verifica esses dados na prática do dia a dia. Os movimentos sociais feministas são fundamentais para denunciar tal realidade e, cada vez mais, o fazem tanto no campo teórico como prático. Desta forma cresce o número de movimentos, pesquisas e artigos que buscam ampliar o debate sobre as bases estruturais da desigualdade de gênero. Nesse sentido, serão aceitos neste GT textos de todas as áreas do conhecimento que trabalhem no campo da Educação e da Militância pelos direitos das mulheres a partir de experiências e pesquisas científicas que visem a superação das desigualdades entre os sexos.

 

6) GT Gênero, sexualidade e educação: políticas públicas, narrativas, imagens e processos formativos

Coordenação: Márcia Alves da Silva (Universidade Federal de Pelotas), Renato Duro Dias Universidade Federal do Rio Grande, Aline Cunha (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

Descrição: Contemporaneamente, as questões de gênero e de sexualidade têm sido centrais em algumas pesquisas, especialmente, nas ciências sociais e humanas. Embora estes estudos apresentem elementos importantes para o descortinar de inovadoras leituras sobre o debate, é fundamental que se propicie métodos e abordagens capazes de transpor os desafios da epistême tradicional. Neste sentido, o Grupo de Trabalho pretende investigar as temáticas de gênero e de sexualidade no plural, produzindo um espaço de reflexão baseado em histórias de vida, narrativas, análise de imagens e políticas públicas, com o objetivo de problematizar as múltiplas visões de mundo que produzem e constroem econômica, cultural e socialmente as variações sobre gênero e sexualidade e suas interfaces com a área educacional.

 

7) GT Sexismo e violência: Impactos do discurso religioso

Coordenação: Daniéli Busanello Krob (Faculdades EST), Márcia Leindecker da Paixão (Universidade Federal de Santa Maria), Rogério Oliveira de Aguiar (Fundação Luterana de Diaconia)

Descrição: A religião normalmente está associada com um discurso de paz, bem estar, amor e dignidade humana. Essa proposta entra em confronto direto com a prática observada nas comunidades de fé que justificam a opressão das mulheres e minorias sexuais com base em leituras fundamentalistas de textos bíblicos. Os tabus religiosos, muitas vezes, colaboram para manter as mulheres que sofrem violência em relacionamentos nocivos. A falta de preparo por parte das lideranças religiosas para lidar com situações de violência pode contribuir para naturalização e invisibilização da mesma. O objetivo do GT é denunciar a influência histórica e contemporânea da religião na opressão e violação de direitos das mulheres e meninas, bem como promover a reflexão sobre as possibilidades de superação da violência com base em leituras libertadoras das escrituras, apontando para o aspecto positivo que a religião pode exercer na vida de mulheres em situação de violência que buscam auxílio em suas comunidades de fé. O GT acontecerá dentro do espaço físico da Exposição Nem Tão Doce Lar (projeto itinerante e interativo desenvolvido pela Fundação Luterana de Diaconia - FLD) e aceitará comunicações, pôsteres e relatos de experiências, bem como outras formas criativas de comunicações que se encaixem dentro da proposta.

 

8) GT Economia política da carne

Coordenação: Hugo Córdova Quero (Graduate Theological Union), Genilma Boheler (Universidad Bíblica Latinoamericana), Jonathan Pimentel (Universidade Nacional de Costa Rica), Ana Cláudia Figueroa

Descrição: El GT tiene como objetivo explorar desde la corriente en la que se inscribió Marcella Althaus-Reid con la crítica de la economía política y sexualidad, las relaciones que hay con la teología y los estudios de género y queer. El grupo se organiza inicialmente con personas que consideran relevante el pensamiento de Marcella Althaus-Reid. La propuesta inicial es por lo tanto, profundizar y explorar el legado que nos ha dejado tal teóloga, que ha sido feminista, latinoamericana y queer.  Pero, a la vez, está abierto a otras contribuciones que se articulan con el pensamiento teológico latinoamericano feminista, postfeminista y queer, desde otras miradas, no se limitando a una sola autora, o a una sola corriente de pensamiento. Más bien se propone a dialogar con feminismos, postfeminismos y movimientos queer, considerando que son convergentes. Con base en los principios queer, se considera que la importancia del análisis transversal y cruzado, valorando la complejidad teórica y el potencial subversivo de tales reflexiones.

 

9) GT Teologia e sexualidade, saúde reprodutiva e direitos

Coordenação: André S. Musskopf (Faculdades EST), Remí Klein (Faculdades EST), Jose Luis Meza Rueda (Pontifícia Universidad Javeriana de Colômbia), Silvia Susana Becerra Melo (Pontifícia Universidad Javeriana de Colômbia)

Descrição: O GT tem como objetivo reunir pesquisadores e pesquisadores que atuam no projeto “Teologia e sexualidade, saúde reprodutiva e direitos”. O Projeto tem como objetivo articular pesquisa e extensão através de processos de pesquisa participante/investigação-ação participativa buscando o aprofundamento das temáticas propostas, particularmente a relação com reflexões teológicas e no campo mais amplo dos estudos de religião. O GT busca apresentar os resultados parciais dos projetos de pesquisa e propor atividades que aprofundem a articulação entre essas temáticas aceitando propostas de outras pessoas envolvidas nessas temáticas na pesquisa acadêmica, em grupos religiosos ou movimentos sociais.

 

10) GT Saúde mental, gênero e medicalização

Coordenação: Stelamaris Glück Tinoco (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Ana Paula Müller de Andrade (Universidade Federal de Pelotas)

Descrição: O GT propõe articular vários olhares sobre construções do adoecimento psíquico e sua intersecção com gênero, num contexto de medicalização da vida. A produção de sujeitos da/na cultura e sua alocação em padrões de normalidade/anormalidade tem ampliado o contingente de pessoas diagnosticáveis retroalimentando processos de adoecimento. Este contexto nos convoca a pensar a alocação de homens e mulheres em determinados territórios patológicos que expressam as construções culturais de gênero e o quanto isto se articula com relações de poder não só do campo biomédico, mas referendadas socialmente. Procuramos responder questões como: O que sugere o aumento do uso de antidepressivos por mulheres e os homens ligados ao uso de substâncias psicoativas e consequentemente reproduzindo ciclos de violência, por exemplo? Para além do diagnóstico, o que podemos pensar destas produções datadas e localizadas que produzem dados que se transformam em verdades/certezas? Trabalhos de diferentes áreas e saberes, de diferentes lugares e experiências são importantes para se pensar possibilidades de  interrogar dados naturalizados, propor políticas públicas que contemplem questões de gênero e que impliquem na reiteração da equidade de gênero e na produção de outros sentidos nas práticas cotidianas.

 

11) GT Juventudes, Sexualidades e Lutas feministas

Coordenação: Rede Ecumênica de Juventude (REJU)

Descrição: O GT propõe aprofundar o debate e discutir os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres com ênfase nos temas do aborto e do parto humanizado, enfrentamento às violências simbólica, psicológica, física, sexual, religiosa, patrimonial e moral contra as mulheres, visibilidade das lutas e demandas das mulheres trans, enfrentamento à homo-lesbo-transfobia,  diversidade sexual e as religiões, adoção de crianças por casais gays e lésbicas,  masculinidades. São temas que caminham simultaneamente o empoderamento feminino nos espaço políticos, religiosos e sociais, como o protagonismo das jovens neste cenário.

 

12) GT Mulheres em movimento: Rede de mulheres luteranas

Coordenação: Rede de mulheres e justiça de gênero das igrejas luteranas membro da Federação Luterana Mundial na América Latina e no Caribe

Descrição: O GT tem como objetivo principal ampliar as discussões e reflexões da Federação Luterana Mundial sobre as comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante. Esta será uma oportunidade para rever e refletir sobre o passado e para capacitar e dialogar sobre o presente.  Além disso, quer resgatar a diversidade de protagonistas que reformaram a nossa tradição. Precisamos perguntar: onde estavam às mulheres durante estes 500 anos? Quais suas contribuições durante a Reforma que inspiram iniciativas hoje?  Por que as iniciativas das mulheres frequentemente são silenciadas ou reduzidas a um capítulo a parte da chamada história oficial? Isto posto, vamos buscar neste GT reunir biografias, histórias e relatos de experiências de mulheres que fazem parte da Rede de Mulheres Luteranas, bem como as que foram protagonistas da Reforma, tais como Katarina von Bora. Ao visibilizar seus nomes e recontar suas histórias, buscamos capacitar as mulheres em seus ministérios na missão da igreja hoje. Fazer teologia das mulheres visível e construir uma rede de mulheres teólogas é fundamental para proporcionar um espaço para a partilha e troca de experiências em toda a comunhão e sororidade.

 

13) GT Micro-físicas de la vida queer: teoría, religión y sociedad en perspectiva presente y futura

Coordenação: Hugo Córdova Quero (Graduate Theological Union), Silvia Regina de Lima Silva (Departamento Ecuménico de Investigaciones), Lars Bedurke (Brot Fuer die Welt),

Descrição: El objetivo del GT es explorar el estado de la cuestión de las teorías, teologías y pastorales queer en América Latina y sus perspectivas futuras. El grupo de trabajo busca reunir a personas involucradas tanto a nivel teórico-académico como pastoral en la cuestión queer en América latina. Basado en los antecedentes del Primer Simposio de Teologías Queer (Costa Rica, 2012) como de otras instancias en el continente, la propuesta se centra en avanzar tanto en el estado de la cuestión de las teorías, teologías y pastorales queer como en las posibilidades de perspectivas futuras. La importancia de lo “religioso” en este congreso se basa también en la necesidad de conectar con elementos que hacen a la vida cotidiana —espiritualidad, rituales, practicas, discursos, entre otros— que a menudo son “excluidos” de las discusiones sobre lo queer en América Latina. Al mismo tiempo, el trabajo de este grupo también constituye una deconstrucción y desafío a lecturas fundamentalistas tanto desde lo teórico-teológico como desde lo pastoral que buscan cercenar la presencia queer en los ámbitos de lo sagrado —incluso más allá de las instituciones religiosas establecidas—. Estas lecturas fundamentalistas, expresadas en mecanismos de poder dentro de las comunidades religiosas, también se conectan con la construcción de estereotipos y discursos en el ámbito publico por parte de lobbies, medios de comunicación social, y/o organizaciones de activistas. Debido a esto, la presencia de personas involucradas con el contexto queer desde lo religioso no necesariamente implican una afiliación religiosa especifica, pues el grupo de trabajo está abierto a distintas experiencias de lo sagrado en la vida cotidiana. Por lo tanto, evaluar el estado de la cuestión de lo queer en relación a lo religioso conlleva no solo la relación con los espacios donde lo sagrado se manifiesta/vive, sino también con el espacio publico donde esto influye tanto en practicas de la vida social como en derechos y garantías en los ámbitos político-sociales.


Compartilhe:


EST nas Redes Sociais
Rua Amadeo Rossi, 467, Morro do Espelho - São Leopoldo-RS - CEP: 93.030-220 - Telefone: (51) 2111-1400 - FAX: (51) 2111-1411 - E-mail: est@est.edu.br