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Encontro de Reflexão no Dia Internacional da Mulher


Encontro de Reflexão no Dia Internacional da Mulher

Para marcar o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, o Programa de Gênero e Religião da Faculdades EST realizou uma atividade de formação e reflexão no Espaço Diversidade. O evento teve a participação de funcionárias e professoras da Faculdades EST que acompanharam atentamente a palestra da Profa. Soeli Presser, coordenadora do Programa Herbário Vivo do Instituto Ivoti, sobre o tema “Plantas medicinais: uso e construção de Minijardins”.


A saudação inicial foi feita pela Pa. Dra. Marli Brun, que lembrou a violência produzida pelo machismo e citou a palavra bíblica de Gálatas 5.1: “Cristo nos libertou para que nós sejamos realmente pessoas livres. Por isso, continuem firmes e não se tornem escravas novamente”.  E ressaltou que para que o machismo seja superado é necessário que os homens também sejam educados para a sensibilidade. O Prof. Dr. Wilhelm Wachholz, Reitor da Faculdades EST, destacou que o homem deve desenvolver sua sensibilidade como parte do processo de construção da justiça de gênero. “Tornar-se um homem mais sensível, capaz de ser responsável por trabalhos relacionados ao cuidado humano, solidário nas situações de violência contra a mulher é um desafio para uma sociedade que enxerga todos os dias a violência produzida pelo machismo”, disse. A coordenadora do Programa de Gênero e Religião Profa. Dra. Marcia Blasi saudou as participantes e falou sobre Katharina von Bora que, no auge do movimento da Reforma, contribuiu para a saúde da população de Wittenberg, na Alemanha. Também motivou as participantes a coletar e a trazer plantas medicinais para o Jardim de Katharina, que compõe o Monumento às Mulheres da Reforma.


Ao falar sobre o uso de plantas medicinais no cuidado com a saúde, Soeli destacou a importância do conhecimento científico no uso das plantas medicinais. “Planta medicinal não pode ser usada de qualquer jeito, pois é remédio, com indicações e contraindicações”, destacou. Também lembrou sua história de trabalho no Centro de Apoio à Agricultura Familiar (CAPA) de São Lourenço do Sul e na educação de crianças em Ivoti. Falou sobre a perseguição sofrida no período da ditadura militar no Brasil, a preocupação com ações governamentais como a intervenção armada no RJ. Ressaltou a importância da participação comunitária na elaboração de políticas públicas, que garantam alimentação e saúde de qualidade. Após sua explanação, em diálogo com as participantes, ensinou o processo de construção de minijardins, envolvendo plantas medicinais, ornamentais, aromáticas e condimentares. Segundo Quetelem Oliveira Braga, que trabalha na Secretaria Acadêmica, a formação foi importante para aprender mais sobre algumas espécies de plantas. “Fiquei surpresa com informações sobre o uso de alguns chás, que, por desconhecimento, acabamos usando de forma inadequada, podendo trazer sérios prejuízos à saúde”, disse ela. Quetelem está ansiosa por novas receitas e novos cursos, pois ficou curiosa e quer aprender mais. “Tomamos remédios, quando poderíamos estar tomando um chá mais natural. Estou cuidando do meu minijardim, afinal dizer não à violência é também cuidar melhor de nós mesmas.”


Na foto, você pode ver o grupo de mulheres com os vasos produzidos durante a oficina com Soeli.


Texto gentilmente compartilhado pela Pa. Dra. Marli Brun


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