Proibição de armas nucleares 

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Proibição de armas nucleares

16/05/2017 - 2017 promete ser um ano marcante sobre a questão

Depois de mais de 70 anos do ocorrido em Hiroshima e Nagasaki o fim das armas nucleares começa a chegar. Primeiro, precisam ser proibidas para, depois, desaparecerem. Agora é o momento de proibir a principal arma de destruição em massa: a nuclear.

As armas nucleares nunca foram proibidas mundialmente. Embora o Tratado de Não Proliferação tenha o objetivo final de eliminar tais armas, manteve-se como um tratado discriminatório permitindo uns terem armas nucleares e proibindo outros. Dessa forma as potências nucleares nunca abriram mão delas.

Nos últimos anos, surgiu a “iniciativa humanitária” na qual foram identificados os riscos à humanidade. Dessas reuniões surgiu o “apelo humanitário” com 127 países alertando acerca da necessidade de proibir e eliminar tais armas. Dentre os países, liderando este processo está o Brasil que, junto com África do Sul, Áustria, Irlanda, México e Nigéria, buscam estigmatizar, proibir e eliminar tais armas.

Em 2016, a ONU aprovou mandato negociador de um tratado que proibe armas nucleares para 2017 - uma reunião em março e depois em outra reunião entre junho e julho próximo. A primeira etapa já foi vencida com a participação efetiva de 132 nações.

Na segunda sessão de 2017 o texto deve ser finalizado e permitirá ampliar o repúdio a estas armas que tanto nos ameaçam. É nossa vez de dizermos aos países nucleares que nós, a maioria da população mundial, nunca aceitamos os riscos e ameaças que envolvem estas armas. Elas são imorais, ilegais e precisam desaparecer da nossa sociedade.

O texto acima foi escrito por Cristian Wittmann, ativista da Campanha Internacional para Abolir Armas Nucleares (ICAN) e professor da UNIPAMPA; e por Marie Krahn, membro do SERPAZ e professora da Faculdades EST.  “A Faculdades EST, a presidência da IECLB, o CONIC todos estão participando desse processo ao enviar cartas para o ministro de relações exteriores encorajando e dando apoio para o Brasil ficar ativo no processo”, esclarece Marie. A incidência das igrejas do mundo foi muito importante para o estabelecimento do tratado de comércio de armas e agora está sendo também importante para este processo de negociação também. 

 

 


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